Um livro de inteligência artificial para adolescentes

"Enquanto você faz scroll" é um livro sobre inteligência artificial para adolescentes de 13 a 18 anos. Explica a IA sem termos técnicos e mostra, acima de tudo, como um adolescente sai de quem só olha a tela para quem cria com ela: suas próprias histórias, imagens, músicas ou projetos, em vez de apenas consumir o que os outros publicam.
É escrito por M. Henning, autor da série While You Create. Cada livro leva a um site complementar gratuito com mais de 80 prompts prontos para usar e um desafio de 30 dias com diploma. Disponível na Amazon: Kindle a partir de R$ 14,90 e brochura por R$ 53,62.
Comprar no Kindle (R$ 14,90) → Brochura (R$ 53,62) →
O que seu filho aprende com este livro
- A usar a IA para criar, não só para pedir respostas: um roteiro, uma capa, uma música, a base de um pequeno jogo.
- A reconhecer um deepfake ou uma notícia falsa antes de compartilhar, com truques que ele pode explicar aos amigos.
- A escrever bons prompts, o passo que separa quem copia e cola de quem realmente conduz a ferramenta.
- A concluir o desafio de 30 dias: uma pequena criação por dia, com um diploma para imprimir no fim.
O ChatGPT faz a lição de casa? Ensinar funciona melhor que proibir
Proibir a IA em casa raramente funciona: os adolescentes usam mesmo assim, escondido e sem critério. Este livro segue o caminho oposto. Ensina o adolescente a usar a IA como um parceiro de estudo que explica em vez de copiar, e a sentir a diferença entre entender algo e apenas colar. Um adolescente que sabe como a ferramenta funciona faz lições melhores, não menos lições.
Deepfakes e notícias falsas: o que ele aprende a detectar
Hoje uma imagem, uma voz ou um vídeo se falsificam em minutos. O livro dedica a isso um capítulo inteiro, com exemplos concretos: como olhar as mãos e os reflexos em uma foto, quando desconfiar de um áudio que chega por mensagem, como conferir uma notícia antes de encaminhar. A ideia não é dar medo, é dar ferramentas. Uma amostra no blog: três perguntas para desmontar um deepfake.
Quando a tela toma conta de tudo: do scroll ao criar
A maioria dos adolescentes passa horas assistindo ao que os outros fazem. "Enquanto você faz scroll" vira esse jogo, com a mesma ferramenta que preocupa os pais: usar a IA para produzir algo próprio. Não é um sermão contra as telas, é um convite a ficar do outro lado, o de quem cria.
Com que idade e como começar
O livro é pensado para a faixa de 13 a 18 anos e se lê sozinho ou em família. Para começar não é preciso pagar nada: quase todas as ferramentas (ChatGPT, Grok, Gemini) têm uma versão gratuita que basta. A regra de ouro é simples: trate tudo o que você escreve como público, não compartilhe dados pessoais e verifique o que importa em uma fonte confiável.
Onde conseguir
O livro está na Amazon em dois formatos. Com a compra, ou mesmo sem ela, você tem acesso ao site complementar gratuito com os prompts, o glossário sem jargão e o desafio de 30 dias.
Kindle → Brochura → Site complementar gratuito → Desafio de 30 dias →
Outros livros da série: para crianças (8 a 12), para pais e famílias. Quer uma visão geral? Veja como aprender IA em família, ou leia o guia de IA para famílias.
Perguntas frequentes
Para que idade é este livro de IA?
Para adolescentes de 13 a 18 anos. Pode ser lido sozinho ou com um adulto. O foco é criar com a IA, não só entendê-la na teoria.
Serve se meu filho não sabe nada de tecnologia?
Sim. É escrito sem termos técnicos e começa do zero. Não é preciso saber programar nem ter usado antes nenhuma ferramenta de IA.
É um bom presente para um adolescente que gosta de tecnologia?
É um dos motivos de existir. Une um tema que interessa a ele com algo que ele mesmo pode fazer, e o desafio de 30 dias com diploma dá um objetivo concreto.
Preciso pagar ferramentas de IA?
Não. As versões gratuitas do ChatGPT, Grok ou Gemini bastam para todos os prompts do livro.
Qual a diferença para os outros livros da série?
Este é o de adolescentes (13 a 18). "Enquanto você sonha" é para crianças de 8 a 12 e "Enquanto você dorme" para adultos e famílias. Os três compartilham a mesma ideia: criar, não só consumir.